Pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. 1 Cor. 13:13

Sinto vergonha de mim


Nesse vídeo de um poema escrito por Ruy Barbosa* a um século atrás, nós  enchergamos uma realidade que passa pelo tempo e insiste em perdurar na nossa nação, a realidade da corrupção moral. Sem querer usar de falsa moralidade e achar que não sou compactuante com todo esse cenário instaurado no nosso país, quando eu que enchergo tantas coisas erradas acontecendo no cenário político, nas esferas mais altas da sociedade, mas  esqueço de medir minhas ações em coisas simples do dia a dia e acabo contribuindo para a cultura nacional do famoso “jeitinho brasileiro” ou quando me calo meio as injustiças e a esse “caminho da desonra” descrito por Ruy Barbosa.

A mentira, o engano, a corrupção, a prostituição, as decisões baseadas em dois pesos e duas medidas, tudo isso e infelizmente muito mais, tudo condenado pela Bíblia, fazem parte da cultura da nação, e tenho certeza que isso só muda através do Espírito Santo de Deus, quando os Cristãos se posicionam contra tudo isso e pregam a palavra de Deus para a libertação do povo, da nação, como pela graça de Deus ja tem sido feito no Brasil.

“Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. “
Romanos 8:19-21

*Ruy Barbosa de Oliveira (Salvador, 5 de novembro de 1849 — Petrópolis, 1 de março de 1923) foi um jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro.
Um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, foi um dos organizadores da República e coautor da constituição da Primeira República juntamente com Prudente de Morais. Ruy Barbosa atuou na defesa do federalismo, do abolicionismo e na promoção dos direitos e garantias individuais. Primeiro Ministro da Fazenda do novo regime, marcou sua breve e discutida gestão pelas reformas modernizadoras da economia. Destacou-se, também, como jornalista e advogado.

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